domingo, 20 de dezembro de 2009

Atelier Mapuche - Pirenópolis, Goiás - Brasil.

Contatos Para Encomendas e Cursos de Tecelagem:

- Dhyan Shanasa, 62-8524 1568
- Madhu Iskaan, 62-8483 3794


Email: dhyan.shanasa@gmail.com

sexta-feira, 19 de junho de 2009

As Luminárias Q.I são um conceito desenvolvido e muito bem aceito na Europa e Estados Unidos. São feitas de matéria prima resistente ao calor ou água; podem ser colocadas em qualquer ambientes ou usadas de inúmeras formas. Possuem diversos tamanhos; variando de esferas que cabem na palma da mão à grandes bolas de mais de um metro de diâmetro. O Atelier Mapuche
aprimora-se na arte de divulgar conceitos dignos de serem visto pelo público.
O Atelier Mapuche agora está desenvolvendo um trabalho não só de tecelagem, mas também de luminárias Q.I.; para mais informações, entre em contato conosco, pois enviamos para todo o Brasil.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

[ 1 ] Produção ' Mapuche '

Estandarte "Espelho da Terra"; da exposição As Quatro Estações, sendo o Equinócio de Outono. 2.500 fios - 1,50 x 0,83
Estandarte "Prelúdio"; da exposição As Quatro Estações, sendo o Equinócio de Outono. 2.500 fios - 1,50 x 0,83

Loja Mapuche

Instalação de tapetes, estandarte e luminária ao fundo.
Interior da loja Mapuche.
Estandartes em exposição: à esquerda, "Bacantes", à direita, "Alqua".


Estandartes em exposição: à esquerda, "Papillon", centro, "Bambu", à direita "Flor de Laurelin".
Interior da Loja Mapuche.


Passadeira, sapatilha, faixas e tapete.

Interior da loja - bolsas sobre tapete e estante com sapatilhas.
Vista de fora da Loja Mapuche

[ 2 ] Trabalhos ' Mapuche '

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Ao fundo estandarte "Harmonia da Dissonância".

domingo, 2 de novembro de 2008


"Echoes"

Estandarte em fino algodão
Estudo de cores em verdes e, seu respectivo
complementar, vermelho.
- 1.800 fios - 1,60 x 0,65 -

Um som silencioso que passeia entre o
calmo e o agitado é o que esta peça evoca.
Os centros que se alternam dizem sobre um
estampido mudo de palmas que formam ligeiras
ondas sonoras ecoantes.
Os tons de verde são os mais calmos que
existem. Não geram e nem clamam por
movimento. Não se acompanham nem de
alegria, nem de tristesa ou paixão. Não
solicitam nada, não lançam apelo algum.
Sua rara imobilidade é preciosa, e sua ação
é bem fazeja aos que aspiram o repouso.
Ao centro cria-se um equilíbrio de mistério entre o
verde; frio, reflexivo, centrípeto e feminino;
e o vermelho; quente, inpulsivo, centrífugo e masculino;
dando movimento a um e calma ao outro.
Surge o contraste mais brutal das cores do espectro.
Neste contexto, quando admirado com paciência e
plenamente compreendido, a peça mostra o som
dispáreo que confunde os séculos; o movediço
vibrar da nossa imagem relativa nesta realidade
efêmera e dá-nos uma implacável vontade de ir
para além do Rio da Impermanência.
Tal é o Eco do silêncio...


por Dhyan Shanasa

Atelier Mapuche - Pirenópolis - GO